Educação para todos: como minimizar os problemas das escolas brasileiras?
Enviada em 05/10/2019
O filósofo e matemático grego Pitágoras, assume que há uma necessidade em educar às crianças para não ser preciso punir os homens. Fora do contexto filosófico, é certo que as escolas brasileiras estão cada vez mais distantes da perfeição; haja vista os problemas estruturais e, também, a desqualificação do sistema de ensino, ainda utilizado no país. Outrora, é percebido um relaxamento por parte dos estudantes, juntamente a um abandono escolar. E a problemática persiste, inerentemente, na falta de politicas públicas, inconsistência no âmbito acadêmico e, ainda, no desestimulo oferecido aos jovens por parte das famílias e do governo.
Mormente, vale destacar os fatores que persistem para a atual crise da pátria relacionada ao setor educativo. De acordo com o sociólogo Émile Durkheim, a escola teria como finalidade suscitar e desenvolver os estados físicos, intelectuais e morais exigidos pela sociedade e que seriam aplicáveis à ela. No entanto, essa ideia só é valorizada em seu pensamento e não é colocado em prática, isto porque a escola acaba descumprindo seu papel devidamente e muitos alunos acabam se distanciando-a, causando assim o fenômeno da evasão escolar. Ademais, existe uma precariedade envolvendo a qualidade do ensino e do ambiente educacional,também relacionada ao governo e as suas politicas que deveriam ser acessíveis e reconhecidas como direitos da população, o qual não é autenticado. Logo, esse cenário permite que os alunos sejam atingidos pelos problemas pertinentes à realidade do pais.
Por conseguinte, soma-se o desencorajo partindo das famílias e da sociedade em si. Diante do sociólogo e considerado pai do iluminismo, John Locke, o ser humano é como uma tela em branco que se é preenchida por experiências e influências. Desse modo, observa-se o modo errôneo que muitos pais e a própria massa social trata suas crianças, com base em que muitas tem seu desenvolvimento prejudicado e não recebem alguma ajuda fora do colégio. Paralelo a isso, o Ministério da Educação e Cultura (MEC), realizou no ano de 2015, um censo aonde foi percebido que o desempenho do país ainda é baixo. Em um ranking de 65 países, o Brasil está na posição de número 58.
Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Para a conscientização da população brasileira a respeito do problema, urge que o Ministério da Educação e Cultura (MEC)- órgão responsável pela formação educacional e intelectual do cidadão, crie, por meio de verbas governamentais, palestras e campanhas que detalhem meios de ajudar a moldagem do indivíduo desde a tenra idade, a fim de que as adversidades estruturais não o prejudicam de maneira que o faça abandonar os estudos. De resto, cabe ao Ministério da Infraestrutura, um remodelamento nas escolas brasileiras, para que os alunos consigam ter seus direitos de educação dignos.