Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 01/12/2023

No século XV, vivenciou-se um período de grandiosas explorações marítimas conduzidas pelos europeus, visando aprimorar a economia através da expansão para África e América. Nesse contexto, torna-se evidente que a economia perdura ao longo de vários séculos, possibilitando uma globalização mais acentuada e, consequentemente, uma maior liberdade de escolhas. Diante disso, é imprescindível examinar os aspectos sociais e a influência das tecnologias entre os indivíduos.

É notável salientar, em primeiro plano, que o advento das tecnologias proporcionou diversos benefícios à economia. De maneira análoga, os meios digitais abriram perspectivas que reduzem a necessidade de deslocamento das pessoas para as lojas, permitindo, por meio de aplicativos, a realização de compras e pagamentos. Dessa forma, fica claro que as tecnologias favoreceram uma economia colaborativa mais eficiente para o país.

Além disso, é relevante destacar os aspectos negativos das tecnologias em relação à economia, especialmente entre empresas e indivíduos de classes sociais mais baixas. Nesse sentido, a tese de Tomás de Aquino, que postula que “agir moralmente é agir racionalmente”, torna-se pertinente. Sob essa perspectiva, as empresas, atualmente, aproveitam-se dos meios digitais para buscar lucros, o que acaba evidenciando uma desigualdade social em relação às classes de baixa renda, contrariando a premissa de Aquino.

Dessa forma, é inferido que medidas devem ser estabelecidas em relação ao exposto. Nesse contexto, cabe ao Ministério da Educação promover campanhas de conscientização por meio das mídias, visando a redução da desigualdade social no Brasil. Assim sendo, o desenvolvimento econômico ocorrerá de maneira mais equitativa, contribuindo para a diminuição da pobreza.