Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 03/12/2023

No filme infantil “Lorax”, dirigido por Chris Renaud, o ser laranja Ted, vive em um lugar onde as árvores são feitas de plástico e tudo é artificial, a partir da premissa norteada pela síntese, infere-se que as relações econômicas estão sendo preponderantes até no âmbito ambiental. Sob essa perspectiva, em prol de minimizar tal situação e valorizar a economia, surgiu a economia colaborativa, uma tendência cada vez mais presente no mundo atual. Desse modo, torna-se necessário discutir sobre o consumismo e os avanços tecnológicos.

Em primeira análise, é notório o consumo exarcebado como uma das motivações para o agravante da colaboração nos fluxos comerciais. Segundo o sociólogo Karl Marx, diante do mundo capitalista, o indivíduo passa a ser alienado pela mercadoria. Entretanto, o ser humano vem se relacionando cada vez mais com as questões vinculadas ao meio ambiente, preocupando-se com a sustentabilidade e se agarrando ao consumo consciente. Logo, visa a sua necessidade sobre um produto em detrimento da posse do mesmo.

Ademais, destaca-se que os avanços tecnológicos exercem uma infinita melhoria na integração de pessoas com objetivos em comum. Durante o período da história marcado pela revolução industrial, houve uma intensa extensão das condições da tecnologia, que muito contribuiu para o contexto da globalização, ainda hoje vivenciado. Posto isso, na sociedade atual há a conexão por empresas e pessoas que suprem a necessidade e desejo dos indivíduos estruturados, independente de onde estão ou qual serviço precisam para mitigar e sarciar suas vontades.

Em suma, fica evidente, que a economia colaborativa é uma tendência que deve ser expandida. Cabe ao poder público promover ativamente campanhas através das emissoras, que divulguem à população esses serviços compartilhados, a fim de que esse mercado seja disseminado. Paralelamente a isso, o Ministério da Educação deve estabelecer nas aulas a importância do consumo consciente para a preservação do planeta, por meio de rodas de debates, com suporte de especialistas. Somente assim, a economia colaborativa estará, de fato, contribuindo para o desenvolvimento de uma forma sustentável e consciente.