Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 11/11/2021
É indubitável que a Revolução Industrial transformou drasticamente os modos de produção. Nesse sentido, entende-se que a nova economia colaborativa pode gerar impactos inimagináveis na sociedade contemporânea. Isso ocorre devido à imprevisibilidade do setor econômico e ao sentimento de segurança perante a tendência colaborativa.
Sob esse viés, analisa-se a falta de conhecimento acerca dos desdobramentos monetários. De acordo com o economista Alan Kirman, o sistema financeiro se assemelha aos fenômenos climáticos no que tange a imprevisibilidade dos mesmos. À vista disso, entende-se que por apresentar múltiplas variáveis, as consequências a longo prazo são incertas. Tais desdobramentos podem ser favoráveis ou, até mesmo, ocasionar uma crise econômica.
Paralelamente à complexidade de previsão econômica, encontra-se o excesso de confiança que esse predisposição pode gerar. Segundo Hyman Minsky - estudioso economista - as crises existem apenas em virtude da estabilidade que as antecediam. Portanto, sabe-se que os indivíduos sentem-se seguros a arriscar mais e tais efeitos podem desencadear elevadas taxas de inadinplência dos empréstimos e acordos. Ou seja, ainda que a colaboração possua aspectos positivos, a irresponsabilidade de parte do corpo social pode torna-la desfavorável.
Em virtude dos fatos mencionados, é notório que para retardar as futuras consequências, medidas devem ser tomadas. Sendo assim, o Ministério da Economia - juntamente ao Ministério da Educação - tem o encargo de promover palestras e atividades interativas com a participação de economistas experientes, a fim de ensinar a população a administrar o dinheiro a longo prazo. Para que, dessa forma, o país não sofra crises econômicas e possa evoluir exponencialmente.