Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 15/01/2021
Na obra “Girlboss”, a americana Sophia Amoruso relata como se tornou uma das empresárias mais influentes no ramo da moda, por conta de seu brechó “online”. Acerca dessa lógica, no Brasil, a consolidação da economia colaborativa coopera, sobretudo, para a geração de novos empregos e para o consumo consciente. Logo, ações estatais que progridam os fatos fazem-se prementes.
Destarte, a ampliação dos trabalhos compartilhados contribui, em maioria, para a formação de rendas alternativas. Sob essa óptica, segundo relatório feito pela IE Business School, o Brasil já é o líder entre os mercados latino-americanos em iniciativas de serviços colaborativos. Nesse viés, é notável que no cenário econômico atual, no qual passa por uma recessão, ampliada devido à pandemia de Covid-19, o poder de compra se tornou escasso diante da inflação, impulsionando os mercados colaborativos, visto que, com os gastos limitados, muitos consumidores buscam por produtos mais acessíveis, optando por essas empresas, que, muitas vezes, possuem insumos com preços menores. Desse modo, atos que cooperem com os feitos são necessários.
Outrossim, a opção de comprar nessas empresas influi, substancialmente, para a redução de desperdícios. Nessa conjuntura, de acordo com a analista Graciana Méndez, esse novo modelo reduz o acúmulo, aumenta a eficiência no uso de recursos naturais e até ajuda a diminui a desigualdade social. À vista disso, com o reaproveitamento de numerosos insumos, é notório que esse sistema coadjuva, em geral, para a diminuição de objetos descartados, contribuindo para um consumo consciente, notado que, ao invés de desperdiçar uma peça, o indivíduo pode vendê-la, coadjuvando para um menor desperdício e ainda garantir uma renda alternativa. Por conseguinte, fatos que deem continuidade a esse cenário são importantes.
À luz dessas considerações, atos que progridam a economia colaborativa no País são necessários. Portanto, é fulcral que o Ministério da Economia deve investir capitais no ramo, com parcerias público-privadas, por meio de reuniões com os micro e médio empresários, visando à ampliação desse setor e a maior geração de renda e de empregos. Ademais, junto às secretarias estaduais, o Governo deve ofertar propagandas televisivas, com empresários e especialistas econômicos, que instruam a população acerca dos benefícios da compra nessas empresas, divulgando os efeitos positivos, tanto para o meio ambiente quanto para bolso do consumidor, intentando à ampliação do ramo. Por esses intermédios, o trabalho colaborativo pode auxiliar no progresso do País.