Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 11/01/2021
De acordo com dados da revista econômia, em 14 de julho de 2016, afirma que consoante com especialistas, a econômia colaborativa é uma das princípais tendências de consumo deste século. Embora, isso seja uma conquista evidência-se que o consumidor brasileiro passa por um momento de trânsição no que tange ao seu próprio domínio na econômia, com isso nota-se que a grave persistência do problema da desigualdade social,no Brasil, ainda faz-se presente. Dessa forma, em razão da falta de conhecimento financeiro e da desproporção social, emerge um problema complexo, que precisa ser revertido.
Em primeiro lugar, é indispensável mencionar que a ausência ao conhecimento financeiro é um fator que auxilia para persistência do problema.´´ No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho´´. Através deste trecho do poeta modernista Carlos Drummod de Andrade vê-se que determinado obstáculo se configura como um problema na vida de muitos brasileiros, uma vez que se há um problema social, há irresponsábilidades nas escolas, onde falta disciplinas de educação financeira em seus currículos, na qual proporcione aos alunos o conhecimento necessário para saber administrar o próprio dinheiro e a maneira certa de investi-lo, o que auxilia para que o nível de pessoas em que sofrerá com dívidas econômicas cresça de maneira exponêncial, tornando esse problema um desafio.
Em segundo plano, é imprescindível salientar que a discrepância social é uma causa latente para configuração da questão. Nessa perspectiva, o pensador Pedro Felipe defende que a desingualdade social é um mostro que se alimenta da inocência dos cidadãos. Sob essa óptica, constata-se que apesar da crescente economia colaborativa o Brasil ainda se encontra com o percentual elevado de desingualdade social dado que há uma parcela na sociedade, na qual não desfruta dessas economias, o que contribui para que as pessoas a margem da sociedade sejam aflingidas por não opter recursos necessários para se encaixar em tal economia colaborativa. Logo, é mister providências na atuações mais pertinentes em meio a esses indivíduos.
Portanto, uma intervenção faz-se necessária. Para isso é vital que o Governo Estadual atrelado as escolas, promovam disciplinas obrigatórias de educação finaceira em todos os colégios públicos, com professores qualificados, capazes de ensinar aos alunos a saber manusear o dinheiro. Tais ações devem ocorrer no periodo extra- classe, com duas aulas por semana, desde o ensino fundamental,com o intuito de preparar os individuos ao universo finânceiro, a fim de coibir com a ausência de conhecimento econômico. A partir dessas ações, o Brasil se consolidará em um país melhor.