Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 02/08/2020

A Terceira Revolução Industrial,iniciada por volta do século XX,possibilitou o avanço técnico-científico, no qual afeta diretamente o âmbito de produção.Sob tal ótica,no Brasil esse fato obteve como síntese o desenvolvimento da economia colaborativa,o qual contribui para o avanço de um consumo compartilhado,conquanto,demanda um melhor aprimoramento.

Mormente,é profícuo sinalizar que esse novo método de produção influi no desempenho social e econômico da sociedade brasileira.Nessa lógica,o consumo colaborativo tem-se como princípio o partilhamento de bens e serviços,à vista disso, é visível a redução dos preços e a maior opção de mercadorias.Sob esse prisma,fica evidente a transcendência da realização industrial,que segundo o filósofo alemão Karl Marx,as revoluções são como uma locomotiva da história,com isso,esse conjunto de mudanças corrobora para a ascensão de uma comunidade integrada.

Ademais,é fulcral salientar que a utilização dos meios tecnológicos para a economia compartilhada,contribui para a sustentabilidade.Nesse sentido,determinados aplicativos de transporte em alta na sociedade contemporânea,tornam-se aliados para um melhor cenário ambiental.No entanto,é essencial o aprimoramento nesses setores,que afetam a esfera pública de modo absoluto,de conformidade com o sociólogo Émile Durkhiem,o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o contexto em que está inserido,logo,as autoridades devem entender a importância de um investimento nesse domínio.

Portanto,medidas são necessárias para a resolução do impasse.Sendo assim,urge que os donos desses aplicativos forneçam um melhor planejamento dos serviços,por meio de profissionais capacitados,com o fito de atingir o maior número de indivíduos e de contribuir para o seu aperfeiçoamento.Em adição,esses responsáveis devem exercer fiscalizações na entrega e na execução em prol do bem-estar coletivo.Desse modo,o Brasil poderia alinhar a sua economia colaborativa.