Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?
Enviada em 31/07/2020
Iniciada no século XX, a Terceira Revolução Industrial fomentou o consumismo, devido ao avanço tecnológico e nos meios de produção. Com isso, a popularização da Economia Colaborativa na contemporaneidade se relaciona diretamente com os princípios de demanda disseminados no século passado, uma vez que tal prática torna possível uma consumo mais consciente. Sendo assim, destacam-se os benefícios econômicos e ambientais que esse tipo de economia trás, por mais que essa não seja incentivada.
A priori, vale salientar que Economia Colaborativa é um modelo de negócios que tem como foco partilhar bens e serviços em vez de adquiri-los, por exemplo repúblicas, viagens compartilhadas em aplicativos de veículos particulares e salinhas de trabalho para alugar. Por meio desses serviços, a economia nacional é beneficiada, uma vez que tais práticas otimizam os custos e mantêm a renda circulando no país.
Ademais, a sustentabilidade está presente devido á característica de compartilhamento nessa economia, ou seja, ao invés de jogar algo fora e comprar outo novo, os bens são reutilizados. Dessa forma, o lixo tecnológico produzido e a poluição diminui drasticamente. Diante desses inúmeros benefícios, percebe-se a importância do incentivo a esse costume, pois apenas 56% da população brasileira já ouviu falar sobre a prática, de acordo com a pesquisa desenvolvida pela Officina Sophia Retail em 2016.
Portanto, é de suma importância que o Ministério do Meio Ambiente, em conjunto com o Ministério da Economia, promovam programas de incentivo à contratação de empresas que utilizem esse modelo de negócios, mediante a incentivos fiscais, como a diminuição de algumas tarifas cobradas. Desta forma, os proveito que o país terá com a Economia Colaborativa será grande, beneficiando não só a economia como o meio ambiente.