Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 05/08/2020

Na série “Economia Colaborativa”, os temas, sustentabilidade e o modo que este ramo vem ganhando cada vez mais espaço pelo mundo, são abordados de maneira impactante,com ênfase no modo em que é feito o consumo compartilhado, nos benefícios e malefícios deste modelo. Esse cenário aproxima-se da realidade atual brasileira, de modo que este serviço está cada vez mais presente no cotidiano de muitas pessoas, assim, auxiliando na grande diversidade de empregos existentes atualmente. Outro fator, é que o modo de vida mais “prático” vem deixando a vida de uma maneira mais barata e fácil. Entretanto, ainda há diversos desafios a serem enfrentados com este novo padrão, como a insegurança jurídica e o medo dos trabalhadores com um negócio novo, que ainda não tem estabilidade.

A priori, segundo a frase do filme Moneyball, “Quando as coisas não funcionam bem, mude o jogo”, ou seja, a economia colaborativa veio para auxiliar no modo de vida das pessoas para que haja uma vida mais sustentável e prática. Tal conjunta retrata contornos específicos do Brasil, de tal maneira que este novo sistema vem aumentando a quantidade de empregos devido à flexibilização de áreas para trabalho e por ser através de redes sociais que auxiliam na velocidade que a comunicação funciona. Todavia, ainda há problemas para a aceitação deste modelo, visto que muitos motoristas particulares passam pela dificuldade de aceitação em parte dos taxistas, em razão da regulação governamental. Deste modo, é imprescindível que haja uma mudança para a aceitação ao consumo colaborativo.

A posteriori, este novo sistema auxilia como forma alternativa de renda para quem compartilha o bem, sendo utilizado de forma barata e prática. Além disso, como já foi mencionado, a economia colaborativa facilita o acesso a bens que não estariam à disposição de todos e, como vimos, proporciona maior sustentabilidade ao diminuir a necessidade de recursos diversos que, quando utilizados individualmente, geram poluição e danos ambientais. No entanto, de acordo com os pensamentos de Karl Marx, numa sociedade capitalista os indivíduos são criados para consumir de maneira descomedida, assim, é visto que muitos trabalhadores têm receio deste novo ramo que ainda não tem uma estabilidade. Nesse sentido, é evidente que seja esclarecido sobre  este novo modelo.

Em síntese, é urgente que haja mudanças na forma que é visto este novo sistema, assim, deve criar uma regulamentação, para que este novo modelo seja acolhido para que haja uma melhor qualidade de vida para a população, cabe ao Ministério da Economia essa função, por intermédio do Governo, por meio da criação de uma lei que será entregue a Câmera. Nela será estabelecida que este sistema após ter uma segurança jurídica para todos ele estará à disposição com segurança. Espera-se dessa forma, caso feita em conjunto, acabar com o receio sobre a economia colaborativa.