Economia Colaborativa: uma tendência no século XXI?

Enviada em 31/07/2020

A economia colaborativa compreende o compartilhamento de bens e serviços, substituindo a posse pelo o uso ou a experiência. Entretanto, apesar desse partilhamento existir há décadas, a tecnologia, principalmente com o surgimento da internet, trouxe um novo formato a essa ferramenta e, aliado à necessidade por novas formas de consumo, a qual é consequência da crise financeira de 2008, tornou-se uma tendência crescente nos últimos anos. Com isso, é considerada uma alternativa mais econômica e sustentável, baseada na confiança mútua.

Primeiramente, a economia compartilhada prioriza o acesso aos objetos e aos serviços, sendo condizente com um dos obstáculos da economia clássica, o qual determina que as necessidades humanas são ilimitadas, mas os recursos são escassos. Dessa forma, essa economia é considerado um meio sustentável, pois demanda menos exploração dos recursos naturais, além de diminuir o descarte de produtos no meio ambiente.

Outro ponto relevante é a recessão de 2008, a qual levou a popularização da economia de compartilhamento. Dessa maneira, ela foi uma oportunidade mais acessível  para o consumo e o surgimento de negócios lucrativos, tendo em vista a utilização de produtos de sua propriedade para trocas, vendas e aluguéis, por exemplo. Além disso, a base desse novo recurso econômico é a confiança entre os envolvidas nessa relação, a qual é baseada na economia de reputação, sendo, por sua vez, definida pelas recomendações dos clientes.

Portanto, é notório que a economia colaborativa está cada vez mais atrativa no mercado financeiro e que a tecnologia e a crise financeira de 2008 impulsionaram a sua atuação no mercado de trabalho. Assim, o Governo Federal, apoiado pela mídia, deve elaborar uma campanha que promova essa economia, por meio de uma conscientização sobre a diminuição do consumo e a sustentabilidade, gerando o crescimento do campo de atuação da economia compartilhada.