Diversidade de gênero em questão no Brasil
Enviada em 16/09/2019
A diversidade de gênero se define como uma propensão de aceitação pessoal para outro sexo. No Brasil ocorre-se preconceito com LGBTs ao ponto de causar a morte dessas pessoas. De acordo com o portal Uol, o Brasil registra uma morte por homofobia a cada 16 horas. Se fizermos uma média a partir do começo de 1960 até 2018, 8000 LGBTs foram assassinados apenas por causa da orientação sexual escolhida. Esses atos violentos ferem o Artigo 3°, inciso IV da Constituição Federal. Além do crime por assassinato. Isso acontecia de forma semelhante no nazismo, uma ditadura socialista em que matavam todos que não eram arianos. A raça ariana é uma descendência natural de todo alemão nativo, e todos os soldados nazistas perseguiam e matavam quem não seguisse as regras ou não fosse alemão nativo. O site Conexão Política noticiou que meninas na cidade de Londres foram suspensas por 5 dias apenas por pedirem para saírem de uma aula LGBT sobre o mês do Orgulho Gay. O professor responsável falou que a disciplina fazia parte do currículo. Nesse caso apresentado mostra um exemplo de autoritarismo educacional, pois força o aluno a estudar algo que ele se sente desconfortável na maior parte das vezes. A escolha deve vir da pessoa e nunca ser forçada. A obra cinematográfica ´´ A Garota Dinamarquesa´´ protagonizada pelo ator Eddie Remayne ganhou o Oscar de melhor ator nesse filme, conta a história de uma pintora que foi pioneira no procedimento médico de mudança de sexo durante os anos 1920. Nessa época, o personagem masculino Einar antes da cirurgia conseguiu mudar de gênero para Lili Elbe. E no século XXI ainda se tem preconceito com LGBTs. As pessoas precisam entender que o homossexual/lésbica/travesti,etc pretende ser de outro sexo, ela tem afetividade por outro sexo e ela tem o direito de ser quem ela quiser ser. Um problema muito grave é a falta de respeito as diferenças. Dessa maneira, a nação precisa evoluir socialmente respeitando as diferentes escolhas de gênero que as pessoas quiserem ser, ninguém pode proibir o livre-arbítrio de cada um. Assim sendo, o Ministério da Cidadania precisa propor políticas públicas para que as universidades, escolas e unidades policiais façam campanhas de respeito as diferenças de gênero. As escolas e universidades devem fazer documentários, peças de teatro, entre outras atividades educativas para conscientizar a população de que cada pessoa tem o direito de escolher quem ela deseja ser e ser respeitada. As unidades policiais devem contratar empresas terceirizadas de publicidade para elaborar cartazes nas delegacias prevenindo futuros crimes de homofobia, e o Governo precisa em conjunto com empresas privadas ou ONGs elaborar comerciais para conscientizar a população sobre a homofobia e a necessidade de respeitar cada pessoa.