Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 06/06/2024

Já são bem conhecidos os problemas estruturais da rede pública de saúde como a falta de profissionais e precariedade dos locais de atendimento, itens estes que tem como consequência a super lotação dos hospitais públicos e baixos índices de satisfação por parte da população brasileira.

O despreparo do governo com relação à saúde pública ficou ainda mais evidente após a pandemia de SARS-Covid e também em algum estados, alguns anos depois, com a epidemia de dengue. Em ambas ocasiões, o sistema público de saúde sofreu um grande impacto e como geralmente acontece, a população mais precária é quem paga o preço mais alto.

Há quem diga que não é possível, dentro do atual sistema, se prevenir para tais desastres de grandeza como foi a última pandemia, mas isso não é verdade, pois o que não faltou foram avisos por parte da comunidade científica. Uma dessas predições que mais se destacou foi a de Bill Gates, que entendeu que o nosso mundo pré-pandemia não estava preparado para se defender de um agente patógeno altamente contagioso, como foi o exemplo da COVID.

Apesar de todos os danos causados e por mais que a responsabilidade maior seja por parte de nossos líderes e governantes, nós temos que lembrar também que temos parte nisso e que cada um deve cuidar não só de si e de seus dependentes, mas também àqueles que estão próximos, como vizinhos e colegas de trabalho. Isso pode ser realizado através da educação e conscientização, pois a melhor forma de lidar com a doença é a prevenção (sempre que possível). Basta lembrar como acontece no caso da dengue: podemos evitar a proliferação do mosquito não deixando água parada em locais abertos.