Direito à saúde em questão no Brasil

Enviada em 23/04/2021

Antes da independência ser definitiva no Brasil, não havia a existência de órgãos para inspecionar a saúde pública e melhorar a qualidade de vida da população. Não havia tecnologia e nem a existência de medicamentos. O esgoto e o lixo não tinham destino adequado, e assim, a população estava sujeita a uma série de doenças. No Brasil atual, assim como era antigamente há um grande descaso quando a pauta é o direito à saúde e a falta do mesmo. Esse déficit na saúde pública se dá principalmente ao fato da existência de uma enorme corrupção entre os atuais políticos no país, juntamente com as crises financeiras que esse desvio de dinheiro causa, o qual prejudica principalmente a classe baixa do corpo social.

No entanto o Brasil não é um pais com uma renda baixa, segundo o jornal Globo o país se encontra em 12° lugar na lista que compara o PIB de cada lugar. Onde esse dinheiro realmente está? Segundo a plataforma digital G1 houve piora em ranking de corrupção em 2019 no Brasil, ficando em 106º lugar no estudo da Transparência Internacional, e levantamento da PF aponta desvios de mais de R$ 48 bilhões em 4 anos no país com corrupção, valor refere-se as desvios investigados em 320 operações realizadas pela Polícia Federal entre 2014 a 2017. Portando, conclue-se que o dinheiro está sendo corrompido e roubado. Dinheiro que deveria estar sendo investido em infraestrutura e recursos para que haja a melhoria da saúde publica.

Contudo, de acordo a lei do SUS que foi estabelecida em 1990 existem três princípios que definem o mesmo, o primeiro é a universalidade, que diz que todos tem acesso a saúda quando se fala em democratização, em segundo lugar vem integralidade que diz que não há apenas preocupação com a saúde física mas sim com o ser humano como um todo e em terceiro lugar a equidade, que explica que deve-se “tratar com desigualdade os desiguais” para que todos consigam alcançar os direitos necessários para uma boa saáde de forma igual sem que existam mais favorecidos, mas a crise econômica e a falta de investimento nesse campo faz com que os mais pobres tenham apenas um acesso super restrito a médicos e medicamentos enquanto a classe alta tem a possibilidade de pagar um plano de saúde privado de ótima qualidade.

Tendo em vista os aspectos observados, é imprescindível que medidas sejam tomadas para resolver o impasse. Portante, deve existir maior intervenção do governo em relação aos casos de corrupção e uma penalidade mais severa aos que a praticarem, para que essas ações diminuam possibilitando uma melhora na saúde. A divulgação desses casos nas grandes mídias é indispensável, mas não deve haver parcialidade nesse momentos, deixando então a afinidade sóciopolitica dos jornalistas de lado.

Contudo, com a colaboração do atual sistema judiciario brasileiro