Direito à saúde em questão no Brasil
Enviada em 09/04/2020
Durante o período da concretização da Magna Carta, em 1988, foi determinado que todo individuo tem direito ao acesso à saúde, à educação e moradia. Ao analisar a atualidade brasileira esses direitos são muitas vezes privado ao individuo o governo se abstêm da maioria dos desafios, refletindo sobre os direitos básicos. Em razão disso surge os desafios do mecanismo de funcionamento do acesso ao SUS (Sistema Único de Saúde) com falta de verbas e profissionais, gerando dificuldade do cumprimento do direito e acesso à saúde.
O SUS, uma garantia oferecida como direito básico a todo cidadão brasileiro, atualmente lida com a falta de verbas, a situação dos hospitais são precárias, tendo como exemplo falta de leitos, médicos e medicamentos. Neste prisma cria-se uma barreira para o direito ao bem-estar da saúde. Segundo o pensador Thomas Hobbes, o estado é responsável pelo bem-estar da sociedade. O exposto do pensamento não se cumpri diariamente.
Além disso o processo de descentralização e regionalização da saúde do país é um complexo devido a diversas realidades e desigualdades regionais, em razão do movimento e a falta de acessibilidade aos serviços. No entanto ao delegar a gestão ao município as verbas são má distribuídas ativando assim a desigualdade e privação do direito à saúde, como retratada na série da globo ‘‘Sob Pressão’’, na qual demonstra a realidade do SUS na periferia do Rio de Janeiro.
Portanto, conclui-se que, para que a garantia do direito à saúde seja para todos, cabe ao governo em conjunto ao ministério da saúde investir em infraestruturas e profissionais com direcionamento corretos dos impostos já pagos, com a finalidade que todo individuo tenha acesso de qualidade ao sistema de saúde. Com tais implementações o problema poderá ser uma mazela passada na história brasileira.