Dilemas da doação de órgãos

Enviada em 29/10/2019

Com os avanços da medicina e da biotecnologia, doença antes incuráveis agora pode-se encontra uma cura efetiva. No Brasil, segundo os dado da Associação Brasileira Transplante De Orgãos ( ABTO), o número de transplante, o qual auxilia na cura de doenças, cresceu de 3.823 em 2016, para 4.257 em 2018. No entanto, apesar de ter ocorrido um crescimento, a baixa quantidade de doadores e a falta de informação vêm afetando esse crescimento. Por isso, convém analisar como tal postura afeta a população.

Inicialmente, a baixa quantidade de doadores é uma das principais dificuldades. De acordo com o site Grupo de Transplante Hepatico.com, o número de doadore em 2017 era 1.653 e aumentou para 1.765 em 2018. Apesar desse indíce ter aumentado, se comparado as 41.266 pessoas na fila de espera, o mesmo se torna pequeno. O país precisa de campanhas mais eficientes, para ajudar a alavâncar o números de doadores.

Portanto, as politicas informativas deveriam ser feitas constantemente. Pois a falta de informação, sobre como ocorre e funciona a doação, vem prejudicando a decisão dos brasileiros. Conforme com Sartre, “O homem está condenado a ser livre”. Livre para fazer sua própria escolha, perde-se uma mas ganha várias vidas, um sim para a doação pose salvar milhões de pessoas.

Em suma, medidas são necessárias para acabar com esse problema. Primeiro partiria do ambiente familiar, um diálogo entre pais e filhos, ajudaria na criação do caracter e consciência sobre o assunto, podendo assim manifestar um desejo de ser um doador, deixando seus familiares cientes. A segunda maneira, seria uma parceria entre o Governo e o Ministério da Saúde, ao realizar campanhas nas televisões e palestras nas escolas, para informar a importância