Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 22/06/2019
É inegável que a doação de órgãos no Brasil é pouco almejado pela população, visto que muitos são os mitos e ‘‘fake news’’ criados acerca do processo, gerando medo na sociedade.Além disso, pouco são os veículos aptos para realizar tal tarefa, o que leva a população a não confiar no serviço prestado.Sobre essa temática, cabe analisar seu dilema.
De início,segundo o site de notícias ‘‘G1’’, o Brasil em 2016 alcançou um recorde de 2000 doações, no entanto esse número é ínfimo quando comparado ao de pessoas que estão na fila do Sistema Único de Saúde (SUS) esperando por um transplante.Isso se deve aos inúmeros mitos criados a respeito do processo por parte da população desinformada, por exemplo: os médicos retiram as peças vitais para vender ao ‘‘mercado negro’’.Tais ações são fomentadas pela a falta de preocupação do governo em informar seus cidadãos sobre fatos básicos do ato.
Ademais, outro elemento que causa essa baixa taxa anual de dação, é o número de veículos aptos para realizar o transporte dos órgãos, já que o deslocamento deve ser feito de um modo rápido e com condições adequadas, senão pode ocorrer a deterioração ou rejeição no organismo receptor.Fato que causa desconfiança na população, e que de certa forma é fruto da negligência nos investimentos nesse ramo da saúde pública ao longo do século XXI.
Portanto, os impasses que atordoam o processo de doação de órgãos devem ser mitigados.O governo, por meio do Ministério da Saúde, deve investir, imparcialmente, através de verbas públicas na área de saúde, tanto em palestras públicas para desmitificar as ‘‘fake news’’ sobre o ato, quanto em veículos e aeronaves eficazes a fim de aumentar as chances do transplante funcionar e ganhar a confiança das pessoas.