Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 14/05/2019
O Brasil se encontra em uma escassez sobre o número de doações de órgãos. Apesar dos inúmeros benefícios trazidos pelas doações, a quantidade de doações segue insuficiente. Movidos pela emoção familiar negam o procedimento, nesse espectro a falta de campanhas prejudica ainda mais. Sob esse vies pode-se apontar que a emoção da perda de uma pessoa querida intensifica os problemas que envolvem o número de doações. Isso pode ser confirmado segundo os dados da ABTO que afirmam que no ano de 2012 ocorreram 6.000 mortes cerebrais porém somente 1.800 órgãos foram doados o que legítima a idéia que tal questão está associada a comoção dificultando o número de vidas salvas.
Além do mais, ressalta-se que a falta de campanhas sobre o fato apresenta-se como outro fator preponderante para dificultar as doações, situação que pode ser observada no despreparo dos familiares para lidar com a proposta de retirada dos órgãos.
Por isso, como forma de combater o baixo número de doações, o governo deve investir em mais propostas de campanhas como a “Espalhe vida, doe órgãos “. A divulgação pode acontecer em redes sociais alcançando um alto número de visualizações com intuito de abrir a mente das pessoas. Como citado por Immanuel Kante “O homem é aquilo que a educação faz dele”. Assim, as pessoas estariam devidamente informadas sobre o assunto.