Dilemas da doação de órgãos
Enviada em 14/05/2019
O “mercado negro” é muito procurado pelas pessoas que necessitam de um órgão de forma urgente, e não o conseguem pelos meios convencionais. Isso se deve pelos dilemas que envolvem a doação de órgãos no Brasil. Isso ocorre, ora em função do despreparo civíl, ora pela má distribuição das equipes realizadoras de transplantes pelo brasil. Desse modo, tal questão é inconcebível e merece olhar mais crítico de enfrentamento.
Em primeiro plano, urge analisar a desinformação da população, isso pode ser verificado nas situações de morte cerebral, onde a família, sem conhecimento, não doa os órgãos com a “falsa esperança” da recuperação de seu ente. Com isso, o numero de doadores é notavelmente menor do que o de necessitados, contando ainda com o fato de só 72% aceitarem o órgão.
Além do mais, ressalta-se a má distribuição das equipes como fator preponderante para dificultar o acesso ao procedimento de transplante do orgão necessitado. Dados estatísticos mostram que, apesar de o número de transplantes ter crescido 15% ao ano no país, a distribuição dos transplantes no país é desigual.
Depreende-se, por tanto, a necessidade de que os doentes consigam mais facilmente ter acesso a um órgão compatível. Para tanto, cabe ao ministerio da saúde- ramo responsável pela saúde e bem estar do cidadão- fiscalizar a distribuição das equipes de transplantes, ao redor do brasil, a fim de que todos tenham acesso ás mesmas oportunidades. Ademais, cabe á mídia promover campanhas e palestras instrucionais, a favor da doação de órgãos, para que a população, além de adquirir conhecimento sobre tal, também ajude a salvar vidas