Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 01/07/2021

No Brasil, existem fontes consideravelmente limpas por não poluírem tanto como outras existentes. Exemplos são as usinas hidrelétricas que causam pouco impacto ambiental e o etanol usado como combustível em automóveis. Em um mundo globalizado, onde a palavra da vez é consumir, sustentabilidade está cada vez mais distante e fontes que sejam realmente limpas e não cause prejuízos, infelizmente também. Assim, o país só obterá energias realmente limpas quando houver um maior investimento por parte do governo para implementação, melhoramento dessas que já existem e projetos para novas que realmente funcionem e causem mínimos impactos, como a energia eólica e nuclear, para somente assim, ser um exemplo de país que contribui para o bem do planeta. Obviamente, que várias ações são propostas pela sociedade e governos, mas que, em simultâneo, em que se insere uma pequena quantidade de agricultores em busca de sua sustentabilidade, retira-se uma grande parcela deste sistema.      Isto se verifica na baixa percentagem dos orçamentos destinados para a agricultura. Por outro lado, embora se trabalhe em agroecologia, produção orgânica e permacultura, os biocidas estão sendo usados cada vez mais, os estercos estão sendo jogados no ambiente, o lixo aumenta surgindo inúmeros vetores perigosos à saúde pública e como consequência os alimentos apresentam-se contaminados tanto no aspecto toxicológico como bacteriológico, trazendo inúmeras doenças aos humanos e aos animais, que entram num ciclo de doenças, exigindo, em contrapartida, doses cavalares de remédios e uma grande rede hospitalar. Observa-se o Governo Federal fortificando o sistema de globalização neoliberal, usando bilhões de dólares para pagar dívidas a países ricos, deixando o povo ser espoliado através de leis e impostos cada vez mais nocivos ao desenvolvimento sustentável, dispensando poucos recursos para sustentar a agricultura familiar.