Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 01/07/2021
A constituição brasileira de 1988 já enfatizava a necessidade da preservação do meio ambiente. Em 1989, houve a criação do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) para auxiliar nesse processo. Entretanto, sabe-se que a degradação da biosfera existe e afeta a sociedade e a vida como um todo. Assim, seja pelo capitalismo ou pela insciência da população, o problema persiste e requer uma reflexão urgente.
Em primeiro lugar, é preciso analisar o modelo de governo capitalista do país. Nele, há um incentivo à maximização dos lucros sem levar em consideração o impacto que causa no meio ambiente e consequentemente no povo. A Presidência, porém, não interfere, já que essas práticas abusivas e a competitividade do mercado trás benefícios financeiros para o Estado. Um exemplo disso é a decisão do ex presidente dos Estados Unidos George W Bush que recusou assinar o Protocolo de Kyoto que visa a redução da emissão de gases poluentes. Sendo assim, o Estado precisa rever suas políticas, uma vez que não há desenvolvimento e produção se não houver vida e matéria das quais o capitalismo é dependente.
Em segundo plano, cabe discutir a falta de atenção, interesse e responsabilidade da sociedade quando se trata da natureza. Os desastres naturais que ocorrem ao redor do mundo causados pela ação do homem, como o que aconteceu na cidade de Mariana, são provas de que o comportamento individualista enraizado no corpo social coloca em risco sua própria existência e a de gerações futuras.
Portanto, torna-se evidente a urgência de medidas para alterar o cenário vigente. Dessa maneira, é dever da mídia grande difusora de informação e principal veículo formador de opinião trazer novelas, documentários e reportagens, que retratem, de maneira fidedigna, a seriedade da problemática e práticas que possam ser adotadas pela sociedade com o intuito de reduzir o silêncio e ignorância em relação ao assunto.