Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 28/06/2021

Na obra de Lima Barreto, Policarpo Quaresma é retratado como um patriota apaixonado que ama as belezas naturais do Brasil. Apesar de seu final trágico, Polycapo acredita que um país mais autossuficiente se desenvolverá em harmonia com o meio ambiente. Não muito longe da ficção, a realidade da trama pode estar relacionada ao desejo atual de desenvolver o turismo sustentável. No entanto, algumas questões tornam esse ideal cada vez mais utópico, por isso é necessário discutir seus benefícios e efeitos.

Em primeiro lugar, deve-se destacar que o turismo sustentável no Brasil e no mundo vem crescendo significativamente nos últimos anos. Isso porque, ansiosos por fugir do centro populoso, algumas pessoas encontraram uma forma de escapar da realidade no turismo sustentável. Esse processo de catarse garante um crescimento econômico, social e ambiental, que não só gera uma fonte de renda, mas também conscientiza seus turistas sobre como proteger a natureza. Dessa forma, a sustentabilidade e a proteção local ficam garantidas - foi o que idealizou a principal Quaresma.

No entanto, o estado é um problema para conseguir isso. Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMC), a imagem do Brasil no exterior foi exposta de forma totalmente escatológica. Por meio de noticiários que mencionavam a continuação da pesca de arrasto e do roubo de armas, promoveu a formação de estereótipos negativos e afastou os turistas. O país. E a exposição a doenças perigosas, como a dengue. Com isso, o turismo sustentável - uma ação importante da economia - é abandonado pelo Estado e inutilizado, até os próprios brasileiros nada podem fazer a respeito. Portanto, a mudança neste quadro é substantiva, o que viola não só os direitos dos indivíduos, mas também os direitos do meio ambiente.