Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?
Enviada em 28/06/2021
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito ao lazer como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal privilégio, não tem se repetido com ênfase na prática quando se observa o desenvolvimento sustentável, utopia ou realidade. Dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o fato de que o desenvolvimento sustentável não está sendo feito da maneira correta, por exemplo, porque algumas das pessoas da própria população do país exageram nas ações e acaba por prejudicar a vida em geral. Nesse sentido, essas ações fazem ter o esgotamento de recursos para o futuro e próximas gerações. Essa situação, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o lazer, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar que os recursos são suficientes para todo o mundo e por muitas décadas, porém as pessoas não sabem usá-las adequadamente e suficiente e tudo fica em modo exagerado e errado, como impulsionador do fato de que existem bastante pessoas que necessitam de comida, lazer, segurança, saúde e outras pessoas que tem tudo isso em quantidade maior do que o necessário e que não usam isso para ajudaram outras por puro egoísmo. Diante de tal exposto, pessoas poderiam ser menos egoístas e mais solidárias. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Constata-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos que o Ministério do Meio Ambienten(MMA), por intermédio de reuniões com pessoas importantes, promover a adoção de princípios e estratégias para o conhecimento, a proteção e a recuperação do meio ambiente, a fim de melhorar a situação do desenvolvimento sustentável. Assim se consolidará uma sociedade mais saúdavel e ativa, trazendo assim esse desenvolvimento como realidade, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.