Desenvolvimento sustentável: Utopia ou realidade?

Enviada em 28/06/2021

Por muito tempo estamos ouvindo, falando, lendo e opinando sobre o desenvolvimento sustentável. A ideia tem sido discutida, mas sempre tem explicitado algumas questões, tais como: a sustentabilidade está relacionada como a melhor maneira de garantir as necessidades de desenvolvimento atuais, sem comprometer as gerações futuras em aspectos ambientais, sociais, culturais, econômicos e éticos. No entanto, alguns problemas tornam esse ideal cada vez mais utópico, sendo necessário, portanto, debater sobre seus benefícios e suas implicações.

Primordialmente, é preciso evidenciar que o turismo sustentável no Brasil e no mundo vem crescendo consideravelmente nos últimos tempos. Inobstante, o Estado atua como problema na obtenção desse cenário. Segundo a Organização Mundial do Turismo (OMT), a imagem do Brasil no exterior é exposta de maneira totalmente escatológica, no qual promove a criação de estereótipos negativos e afasta a vinda de turistas ao país, por meio de noticiários que fazem menções a arrastões constantes, roubos com arma de fogo e exposição a doenças perigosas, como a dengue. De modo efetivo, o desenvolvimento sustentável se apresenta como uma utopia, visto que o mundo se apresenta anfigúrico, com idéias e ações diversificadas e às vezes antagônicas, a exemplo do que acontece, geralmente, na relação competitiva entre economia e ambiente.

Infere-se, portanto, que medidas devem ser tomadas para mitigar esses problemas com a ajuda do Ministério do Meio Ambiente (MMA) juntamente com a mídia por meio de propagandas de conscientização, a sustentabilidade faz parte do complexo mundo em que vivemos e que exige a busca de forma organizada, integrada entre governos, povo, entidades, leis e outros mecanismos, conselhos, fóruns de debates existentes para algumas ações como a utilização de recursos naturais como solo, água e clima, de forma a manter a racional capacidade produtiva a longo prazo e também a construção de fatores que possam recuperar e regenerar os agroecossistemas, preservando a diversidade biológica e cultural.