Desastre em Brumadinho e a gravidade da reincidência dos crimes ambientais
Enviada em 05/05/2020
Os desastres ambientais que vem ocorrendo são um serio problema para a natureza e consequentemente para os humanos. Certamente as empresas que causaram qualquer crime ambiental tem uma total responsabilidade do mesmo, mas no Brasil dificilmente esses estabelecimentos tem uma punição adequada, que evite que a reincidência ocorra.Mas também, os problemas que um desastre como o de Brumadinho trás para um ecossistema são muito grandes.
Atualmente, no Brasil, ocorreram vários catástrofes ambientais, como Brumadinho e Mariana, e as duas companhias que causaram eles não tiveram uma punição muito severa comparado ao dano causado, e a vale por exemplo apenas enrola com as mutas que deveriam ser pagas. Nesse sentido, como dizia Silas Malafaia: “As leis da natureza explicam os desastres naturais. O maior responsável pelo desequilíbrio ambiental é o ser humano.” isso evidencia a total culpa dos seres humanos sobre esses desastres, porem mesmo a humanidade sabendo disso eles continuaram visando lucro em vez do meio ambiente.
Alem disso, essas tragedias que ocorrem, afetam muito os moradores e animais locais, pois diverso são mortos pela lama toxica por causa do mineiros, que contaminam a água, vegetais e também devido ao soterramento das pessoas pela lama. Por exemplo, em Brumadinho a defesa civil de MG contabilizou 228 mortos, isso fora os que não foram contabilizados, alem de contaminar o rio Paraopeba, que era responsável por 43% do abastecimento de água da região.
Portanto, e necessário que o Ibama consiga aplicar punições mais severas com a ajuda da policia federal nas empresas que causam esses problemas, por exemplo aplicar mutas com valor bem elevado para essas companhias e caso elas não paguem no período estipulado tenham sua empresa fechada ate o pagamento, alem de indenizar as familhas afetadas. A fim de que os desastres ambientais sejam reduzidos e dessa forma menos pessoas morreram e o meio ambiente sera mais preservado.