Desafios para promover o parto humanizado no Brasil

Enviada em 23/09/2020

É questionável quando o assunto sobre parto é abordado, onde o termo “Parto Humanizado” não é classificado como um estilo de parto, já que, em seu processo utiliza-se alguns detalhes, como a presença de água, luz, a presença do acompanhante e posições confortáveis que a gestante opta por ficar para que o procedimento ocorra de maneira correta. Porém, ainda é discutido qual é o melhor método e mais seguro que deve ser feito para que não ocorra mazelas com a mãe e a criança.

Deste modo, o Parto Humanizado, com menos intervenção médica, se atenta ao conforto da paciente, diferente da Cesárea que, além de obter procedimentos médicos e suas tecnologias, como anestesia e cuidados pós-operatório, os hospitais saem em vantagem, tendo lucros com esse método. Por este motivo, os médicos as convencem, de que a Cesárea é mais seguro e melhor.

Consequentemente, nem sempre o método cesariano é uma boa opção, aquela que não é indicada por médicos, pode causar riscos prescindíveis à mãe e ao bebê, como o nascimento prematuro, que pode ocasionar problemas respiratórios no bebê e pode levar a mãe ao óbito. Entre outros fatores, muitas mulheres desistem do parto normal, pela dor que não querem suportar, por isso optam pela cesariana. Segundo o Ministério da Saúde, em 2014, 40% dos brasileiros nasceram em hospitais públicos por cesárea, já em hospitais privados, 84%.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. O Governo Federal, juntamente com o Ministério da Saúde (MS) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) deve agir sob circunstâncias na criação de um “projeto social”, que será entregue à Câmara dos Deputados. Tal projeto, irá promover palestras e campanhas sobre o parto humanizado, para que as mulheres se sintam mais seguras com as devidas informações sobre a diferenças entre os métodos de partos.