Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 24/09/2019

O retorno das doenças erradicadas ameaça a saúde da população brasileira em que não se encontra em um patamar de imunização homogêneo, segundo dados do Ministério da Saúde. A Revolta da Vacina, ocorrida durante o século XX, retrata uma rebelião popular contra a obrigação de vacinação visto o protagonismo em prol da prevenção, um estopim para problemas sociais e de expectativa de vida .

Um dos maiores avanços da medicina, traz ao corpo humano a imunidade, como também os mitos que envolvem a sua composição biológica. Além deste preconceito, a falta de acesso às UBS’s (Unidades Básicas de Saúde) e a completude das informações na carteira de vacinação do indivíduo, dificulta a garantia de imunização a toda população. Esses fatores trazem o efeito contrário ao progresso da saúde, a predisposição a males infecciosos.

Segundo o ECA (Estatuo da Criança e do Adolescente), presente no Artigo 14, no parágrafo 1: “é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pelas autoridades sanitárias”, ou seja, as crianças são os maiores artifícios para estimular a reação do sistema imunológico a fim de prevenir a propagação de vírus e bactérias. Da mesma maneira que, é importante estar atento ao Calendário Nacional de Vacinação em que abrange todas as faixas etárias.

Portanto, cabe a prefeitura o dimensionamento dos postos de saúdes em todas as regiões da cidade juntamente com o abastecimento semanal das vacinas a fim de aumentar o índice de imunização a todas as classes sociais. Ainda assim, desenvolver um cartão que contenha dados pessoais e da saúde de cada indivíduo, principalmente, todo o histórico de vacinação a ser exigido nas escolas e no âmbito profissional. Trata-se de uma prática de prevencionismo e prudência conforme ditado popular: “é melhor prevenir do que remediar.”