Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 12/08/2019

Em meados do século XX, no Brasil, ocorreu a Revolta da vacina, ocorreu no contexto em que a vacinação era obrigatório, o que gerou revolta na população. Isso ocorreu por conta da falta de informação sobre a vacina pelos cidadãos na época. Em vez dos profissionais educarem e informarem a população, eles reprimiram-na. Na contemporaneidade, o contexto é outro, porém assemelham-se os desafios para a vacinação: a ignorância sobre as vacinas pela população e, também, o movimento anti vacina.

Pode-se destacar que o Ministério da Saúde ainda falha no aspecto de informar a sociedade sobre a importância da vacinação. De acordo com o G1, em maio de 2019, 76% da população tinha sido vacinada, uma porcentagem muito baixa comparada aos outros anos, e isso se dá porque, em alguns lugares, o senso comum em questão do desaparecimento das doenças e que não há mais necessidades delas, permanece. É inegável que se não houver medidas informativas pelo Governo para a população, a situação tende-se a piorar e doenças consideradas erradicadas, por consequência, irão retornar.

Na mesma vereda, outro desafio para a vacinação do Brasil ganhou forças nos últimos anos e vem se tornando um aspecto preocupante para os profissionais da saúde: o Movimento anti vacina. A saber, eles propagam, mesmo sem comprovação científica, que as vacinas podem causar síndromes e retardo mental, e infelizmente uma grande massa está aderindo essa crença. Se vê necessário uma medida urgente do Ministério da Saúde para que essas ideias não sejam aceitas pela população.

Portanto, é necessário que o Ministério da Saúde em conjunto com a Mídia socialmente engajada, informem a sociedade, por meio de campanhas de vacinação mediante propagandas em horários nobres, mostrando a importância da vacina e as consequências de não faze-la, para que assim o percentual das pessoas vacinadas aumente. E, também, o Ministério da Saúde em conjunto com as Escolas, devem educas os cidadãos sobre as vacinas, recorrendo a reuniões com os responsáveis dos alunos do corpo estudantil, e, assim, mostra-los o quanto as campanhas anti vacinas são irracionais.