Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 24/07/2019

A vacina funciona com a inserção de antígenos inativos no organismo para que ocorra a produção de anticorpos, que ajudam na  proteção de novas contaminações. No entanto, as taxas de vacinações continuam a cair, permitindo que doenças extinguidas contaminem indivíduos novamente. Desse modo, é de grande importância analisar quais fatores permitiram a queda de vacinações.

A medida em que os grupos anti vacina ganham forças, as taxas de vacinações diminuem. Embora sejam feitas campanhas de conhecimento que alertam sobre os principais prejuízos em não realizar vacinações, entre os anos de 2015 e 2016, ocorreu uma queda de 10% nas vacinações no estado brasileiro, permitindo que o sarampo contamina-se metrópoles causando grande perigo a saúde da população. Conforme o site Abril, o movimento anti vacina é fundamentado na teoria em que a vacina da tríplice viral causa autismo.

De modo que, em 2019, o estado de São Paulo enfrenta uma crise de sarampo trazida da Ásia e Europa. Ainda que ocorra divulgações para as vacinações, o estado paulista possui 75% de contaminações de sarampo, a doença é perigosa pois danifica o sistema imunológico permitindo que outras doenças infectem o indivíduo e o levem ao óbito, tornando-se um problema de saúde publica. De acordo com o OMS, organização mundial da saúde, as vacinas da tríplice viral salvaram mais de 21 milhões de vidas desde 2000.

Fica claro, portanto, que a falta de conhecimento da população permitiu a transmissão de doenças que haviam sido erradicadas infectassem os cidadãos. Dessa forma, instituições federais em conjunto de prefeituras municipais devem realizar campanhas de conscientização que refutem a ideologia anti vacina, enfatizando os pontos negativos dessa prática e os benefícios de vacinas para os indivíduos e para a sociedade através das redes sociais, mídia televisiva, e eventos de saúde.