Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 24/07/2019
A Constituição Federal de 1988, no artigo 196, diz que é dever do Estado garantir o acesso à saúde, bem como é responsável pelas medidas públicas para zelar pelo bem-estar físico de todos os cidadãos brasileiros. Portanto, a vacinação da população precisa acontecer e o governo enfrenta desafios na realização desse compromisso, exemplos deles são: A distribuição irregular de vacinas nos postos de saúde e também a formação de grupos antivacina por todo país.
O boicote às vacinas é motivado por diversos fatores, variáveis de indivíduo para indivíduo mas, independente da causa, o resultado é sempre prejudicial. Mostrando esse “efeito” a Organização Mundial da Saúde comunica que o crescimento em 30% nos números de casos de morte por sarampo, doença já considerada como erradicada e inclui, ainda, o movimento antivacina no relatório dos 10 maiores desafios de saúde de 2019.
Embora a relutância à imunização vacinal seja um problema a ser enfrentado, existem pessoas dispostas à receber a defesa que não têm acesso ao material. Irregularidades em loteamentos, a falta de repasse e má distribuição das vacinas são causadores desse acontecimento. Consoante à notícia publicada pelo Jornal “A Tribuna” no mês de Julho a prefeitura de Santos afirmou que a cidade passa por falta de vacinas e que não há previsão de repasse. Sendo assim, inúmeras pessoas irão deixar de se beneficiar com a proteção por forças externas, e não por opção.
Pela observação dos aspectos analisados, é necessário que a conscientização dos benefícios da vacina sejam difundidos através de reportagens em rádio, televisão e internet; que sejam desmistificados os motivos da mesma, por meio da oferta de respostas aos questionamentos da população; que se torne periódica a visita de agentes de saúde em escolas e centros públicos e que esses agentes se prestem á explicar e reforçar a importância de acatar as vacinas; que seja eficiente e igualitário o sistema de distribuição das vacinas em todo Brasil; que a fiscalização e o controle aos lotes de medicamento sejam mais rigorosos, para que em caso de irregularidades sejam providenciados novos lotes e seja evitado o prejuízo à população.