Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 15/07/2019

O mundo presenciou vários cenários de revoltas ao longo do processo histórico, com destaque para os acontecimentos da Revolta da Vacina em 1904, que instaurou um clima de tensão na população do Rio de Janeiro que recusavam-se  a tomar a vacina de modo a considerarem-na algo nocivo. Apesar da distância da distância temporal, práticas semelhantes a essa são vistas na realidade atual tão somente pela sensação de risco que vem a sumir devido ao desaparecimento de certas doenças, como também pela negligência governamental.

Em contraste, é importante ressaltar, em primeiro plano de qual forma procede as dificuldades da vacinação brasileira. Estas ocorrem, em grande parte, consoante ao baixo senso crítico coletivo, no qual devido o desaparecimento desses agentes nocivos o indivíduo descarta a possibilidade de novos surtos, por conseguinte a não se vacinar considerando-se protegido. Paralelamente, esta é uma das causas do senso crítico, não proteger-se conforme a obter riscos a contração de doenças no caso de eventuais epidemias.

Segundo a OMS -Organização Mundial da Saúde- os sistemas de vacinação entre crianças, adultos e idosos caiu em 10% nos anos 2016-2017 em âmbito brasileiro. Ademais, é necessário salientar, que tais consequências ocorrem devido a negligência governamental, sob tal ótica, que distribui um baixo volume de vacinas em postos de saúde e hospitais, de modo a deixar o indivíduo à margem de doenças fatais.

Considerando os aspectos mencionados fica evidente a necessidade de medidas para reverter a situação. É mister que o Estado invista no desenvolvimento de palestras em locais abertos em conjunto a profissionais especializados, com o propósito de incentivar campanhas de vacinação bem como, juntamente ao Ministério da Saúde, visar a distribuição de vacinas em grande escala para unidades de saúde públicas e privadas de modo a ampliar a cobertura nacional de imunização garantindo assim, uma vida mais favorável e segura aos cidadãos.