Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 08/07/2019
Ao longo da história, as vacinas ajudaram e ajudam a reduzir expressivamente, inúmeras doenças em todo o mundo. No entanto, nos últimos anos algumas doenças que haviam sido erradicadas ou estavam sob controle no Brasil graças as vacinas, voltaram a aparecer. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de amenizar essa inercial problemática.
Em primeira análise, é importante salientar que a precariedade dos serviços públicos de saúde, nos postos e hospitais do Brasil, é um dos comprometedores da eficácia da imunização. A declaração dos Direitos Humanos, garante a todos os indivíduos o direito à saúde, porém, devido a má gestão dos recursos públicos e a corrupção, a qualidade dos serviços de saúde é comprometida. Diante do exposto, é inaceitável a negligência do poder publico para com a saúde da população.
Além disso, vale ressaltar que a falta de informação da sociedade pode interferir na decisão de vacinação. Os efeitos da redução da vacina já vem sendo notados, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), os casos de sarampo aumentaram em 30% no mundo, países que já haviam erradicado a doença voltaram a registrar epidemias. Dessa forma, fica claro como a desinformação pode ameaçar a saúde global, fazendo com que doenças que haviam sido aniquiladas voltem a aparecer.
Infere-se, portanto, quais são os desafios para garantir a vacinação dos brasileiros. Dessa forma, é necessário que o Governo, em parceria com o Ministério da Saúde, trabalhem em projetos de investimento nessa área, através da melhora na gestão e na qualidade dos serviços. Além disso, o Governo também deve, em parceria com o Ministério da Educação, financiar projetos educacionais nas escolas, através de uma ampla divulgação midiática, que inclua propagandas televisivas, entrevistas em jornais e debates entre os professores e alunos, sobre a importância da vacinação. A fim de que, essa problemática de cunho social e de saúde pública, seja cada vez menos recorrente na sociedade brasileira.