Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 22/03/2019

No inicio do século XX, a Revolta da Vacina - movimento de caráter popular - instaurou-se no Rio de Janeiro. Tal fato foi ocasionado pela exigência da vacina obrigatória e a omissão da importância da prevenção. Visto que, os desafios para garantir a vacinação dos brasileiros ultrapassam a rede midiática, as constantes imigrações e a falha da cobertura vacinal no Brasil ocasionam o retorno de doenças posteriormente erradicadas.

Em primeiro lugar, é importante destacar que, doenças como sarampo e poliomielite antes erradicadas, podem retornar de acordo com o Ministério da Saúde (MS). Sob esse viés, a imigração progressiva por populações de países que fazem fronteira com o Brasil - que não possuem sistema de imunização ativo - despertam casos de doenças transmissíveis no território brasileiro. Sendo assim, a propagação de viral e bacteriana se torna periódica em cidadãos que se encontram a margem de zonas migratórias.

Ademais, presencia-se a distribuição irregular das vacinas no qual o acesso se torna restrito, em sua maioria a metrópoles. Segundo o (MS) a paralisia infantil pode voltar a se proliferar no Brasil, em regiões onde a cobertura vacinal está abaixo de 50% em crianças. Dessa forma, a escassez de vacinas em municípios distintos despertam a transmissão infectocontagiosa de micro organismos ativos, que desencadeiam desafios para o sustento da vacinação regional.

Em suma, é mister que o Estado tome providências para superar o retorno de doenças erradicadas e a distribuição irregular de vacinas. Portanto, para que doenças como sarampo permaneçam erradicadas, urge a necessidade de criação de postos de vacinação em áreas de imigração por meio de verbas do (MS) para omitir a ascensão de doenças em regiões brasileiras. Assim como, a distribuição igualitária de vacinas por meio da Fundação Oswaldo Cruz para garantir a população acesso a imunização e evitar a proliferação de vírus e bactérias. Além da criação de campanhas publicitárias pelo Ministério da Educação como forma de conscientização, para que conflitos como a Revolta da Vacina não voltem a acontecer.