Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 03/02/2019
A partir de dados históricos a primeira vacina produzida foi contra a varíola, depois deste acontecimento, novas vacinas foram desenvolvidas contra diversos outros tipos de doenças imunológicas como caxumba, sarampo, rubéola e outras mais. Dois problemas muito enfrentados no Brasil é a demora na distribuição das vacinas em regiões do interior, e o comprometimento da população com sigo próprio e com seus responsabilizados e as imunizações, tornando assim evidente a necessidade de métodos que possam combater o desfalque de tempo para envio das vacinas, e ajudar no fortalecimento de opiniões com incentivo de proteção a partir da imunização.
No Brasil quando uma nova doença geralmente surge no interior, às vacinas na maioria das vezes são produzidas na capital, sendo distribuídos primeiro em locais com maior índice de população, levando um tempo até chegar ao local de origem da doença, acarretando em maiores números de vitimas e distribuição da doença. De acordo com site G1 em 2018 houve uma volta na epidemia da febre amarela em São Paulo e Minas Gerais, que começou em cidades afastadas em ambientes naturais, todavia quando as vacinas foram atualizadas, o numero de imunizantes enviados de inicio não foi suficiente, atitude que colocou a vida de muitas pessoas em risco, uma falha pendente que precisa ser melhorada.
A partir de opiniões pessoais da sociedade, tem pessoas que se descuidam ou optar por não tomar vacina, um erro eminente, fazendo com que as pessoas se auto coloquem em risco, alem de se tornarem um meio de transmição. Há casos de pessoas que por causa de religiões ou experiências pessoais, não dão vacinas para seus filhos ou responsabilizados, fazendo com que o organismo cresça fraco e sem imunidade, nestas situações os vírus que em muitos casos tem um efeito pequeno, acabam danificando bem mais que o esperado as pessoas.
Portanto para que as pessoas tenham consciência da gravidade que é não se vacinar, o governo junto ao ministério da saúde devem produzir documentários, noticiários e organizações publicas sobre a importância de se vacinar e os riscos trazidos aos que não se imunizam, visando alcançar o maior índice de pessoas possível, independente do sexo ou idade. O ministério da saúde deve impor mais atenção aos locais com área de risco de contaminação de doença, para que o mal possa ser cortado pela raiz, sem que ocorra um alto índice de contaminação.