Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros
Enviada em 01/11/2018
No início do século XX, na metrópole do Rio de Janeiro, ocorreu a revolta da vacina sendo protagonizada pela população brasileira, com o intuito de lutar contra a imposição que estavam sofrendo em relação a vacinação que lhes era compelida e distribuída pelo próprio exército nacional. Hodiernamente, se encontram vestígios desse medo que perpetuou de geração para geração da sociedade pouco informada, o processo para tirar esses fatos de uma situação deficitária vem sendo realizada através de grandes investimentos por parte do Ministério da Saúde, todavia os resultados são negativos, e o número de vacinados vem diminuindo a cada ano, ademais, a maneira que campanhas motivacionais vem a ser aplicadas, decorre-se de forma pouco eficaz e de alcance ínfimo.
Imperioso ressaltar os dados disponibilizados do site BBC, em que haja visto a queda drástica da porcentagem de menores de 12 anos vacinados na poliomielite, remontando também a outras doenças, como caxumba, rubéola e febre amarela, que por conta da negligencia, vem-se retornando problemas nacionais já considerados erradicados no país. Em contrapartida, tem-se aplicações milionárias passadas pelo Poder Executivo para combater a diminuição clara do interesse populacional perante a vacinação, com aumento de 60% em recursos financeiros para campanhas publicitárias, entretanto muito se critica a diligência desses órgãos governamentais que pouco resultados obtiveram.
Diante dos desdobramentos supracitados, o ativista francês Michael Foucault infere seu pensamento em que uma pessoa é mais livre do que ela mesmo imagina, sub o mesmo ponto de vista se tem contrariando a isso a maneira em que as propagandas a favor da vacina vem a ser feitas, que além de não passar segurança correta para a papulação que recebe tais informações, outra enorme parte não tem acesso aos recursos oferecidos. Outrossim, garantir de bom modo que as pessoas aceitem um maior cuidado a sua saúde, e não cometer momentos errôneos como o da século passado, a mudança de estratégia tende a ser imediata.
Entende-se que, a fim de atenuar os desafios vivenciados pela Brasil em relação a aceitação populacional da vacina, deve-se decorrer de melhores maneiras e ideias provenientes não somente do Ministério da Saúde, porém indubitavelmente do Ministério de Tecnologia e Comunicação, em que juntos realizariam maior administração e aproveito dos investimentos recebidos. Em consoante a união, a realização de uma sociedade intrínseca a todo o processo de fabricação da vacina, dês da descoberta por pesquisadores e médicos, até a chegada em seus respectivos pontos de distribuição, mostrando-lhes a qualificação dos profissionais relacionados de maneira transparente, e o destaque ao livre-arbítrio, em síntese o sentimento de liberdade ficaria mais presente ao olhos do povo.