Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 31/10/2018

No início do século XX, a cidade do Rio de Janeiro, capital brasileira na época, sofria com doenças perigosas, como a febre amarela e a malária, teve êxito em conseguir vacinas que foram distribuídas de forma obrigatória e violenta ordenada,  pelo então Secretario de Saúde, Oswaldo Cruz, trazendo resultados positivos como sua possível extinção. Porém, após anos desaparecidas essas doenças reapareceram causando transtornos e questionamentos dentro da população.

Atualmente, é perceptível o grande descontentamento da população  em relação ao governo. A má gestão pública trouxe duvidas pertinentes a índole dos governadores estatais e sobre forma de gestão de recursos voltados para saúde. Por exemplo, a grande operação lama cirúrgica em que médicos reutilizavam produtos descartáveis em cirurgias. Esta demonstra um grande descaso do governo em cumprir com uma fiscalização efetiva e regular.

Além dessa instabilidade, esse receio da população, pode ser explicado por meio de um artigo publicado na Revista Lancet, em 1998, em que o autor dizia que o aumento dos casos de crianças com autismo era responsabilidade da vacina trípliceviral, resultando numa comoção dos pais os levando a não vacinar parte de suas crianças nos últimos 10 anos. Consequentemente, as barreiras que impediam o retorno dessas doenças se extinguiram ou enfraqueceram, tornando-as uma ameaça novamente.

Entretanto, é possível reverter esse panorama caótico, ou seja, um governo confiável deveria ser fundamental para criar essa relação com a sociedade civil. Sendo assim, é prioridade para o executivo uma proposição, ao legislativo, de uma modificação nas leis de ficha limpa que exclua candidatos com processos em andamento ou condenados, independente do foro privilegiado. Para que assim, o Ministério da Saúde, possa contar com governantes honestos e que cumpram com êxito a fiscalização necessária e junto a Organização Mundial de Saúde desenvolver memorandos confiáveis para a população.