Desafios para garantir a vacinação dos brasileiros

Enviada em 25/10/2018

No início do século XX, ocorreu a Revolta da Vacina, a qual a população foi contra a campanha de vacinação obrigatória imposta pelo governo federal, no Rio de Janeiro. De forma análoga, atualmente, muitas pessoas também se negam a vacinação devido a fatores como desinformação sobre o processo e ausência de ações governamentais.

Em primeiro plano, vale ressaltar que se configura como irresponsabilidade social quando o  indivíduo não se vacina; haja vista que ele pode contaminar outras pessoas caso entre em contato com algum agente transmissor. O antropólogo Roberto da Matta defende a “releitura” do passado para a construção de um presente e, posteriormente, um futuro promissor. O mesmo deve ser feito pelas instituições de saúde para a escolha de um método ao combate do movimento antivacina.

Ademais, embora a conscientização sejam feitas pelo Estado, não é feita de forma eficiente. Pois a sociedade ainda não possui o conhecimento de que maneira a imunização ativa pode ser benéfica. Consequentemente, há o aumento de doenças reemergentes, tais como: rubéola, sarampo e poliomielite, as quais já deviam ter sido erradicadas do país.

Para garantir, portanto, a vacinação dos brasileiros, o Poder Legislativo deve criar leis que eximam o cidadão que se recusar a tomar vacina de frequentar espaços públicos; como praças com grande contingente populacional, a fim de não gerar risco à saúde de outros indivíduos. Essa precaução foi tomada também nos Estados Unidos, logo, pode ser perdurável também no Brasil. Além disso, a mídia televisiva pode promover debates com médicos, para que não haja medo em relação ao método e os casos de doenças sofram, por fim, diminuição ao longo do tempo.