Desafios para combater a violência estrutural no Brasil

Enviada em 03/02/2024

Desde os primódios de nossa nação, há uma dificuldade em desfazer a ferocidade enrraizada no povo. É fundamental a tomada de atitude contra tal fato, causado pelo próprio governo. Um bom exemplo das injustiças é que a lei de obrigatoriedade da igualdade salarial entre gêneros, foi criada apenas em 1943. Ainda asssim, de acordo com a Minístra das Mulheres-Cida Gonçalves: “Desde então, houve pouquíssimo avanço neste sentido. […] A mulher ainda recebe em média 22% a menos do que o homem.”

Inicialmente, o desrespeito fundamentado sobre a população feminina é o mais romantizado. Mesmo constando na Constituição Federal, Artigo 461 que: “Sendo idêntica a função, a todo trabalho de igual valor prestado ao mesmo empregador, na mesma localidade, corresponderá igual salário, sem distinção de sexo, nacionalidade ou idade.”, a diferença salarial é de cerca de 22%. Sendo assim, mesmo com as dificuldades no processo, são necessárias algumas açãos para resolver esta desigualdade.

Ademais, outro desrespeito de nível histórico (começado a partir do século XIX) é a desigualdade social. De acordo com Adam Smith, filosofo e economista britânico: “Onde há grande propriedade, há grande desigualdade. Para um muito rico, há no mínimo quinhentos pobres, e a riqueza de poucos presume da indigência de muitos", razão pela qual deve-se continuar lutando contra a impetuozidade fundamentada em nossa nação.

Portanto, visto que é impresindível combater os danos de governos ruins em nosso país, a sociedade comunitária deveria expor toda essa discriminação, por meio de mídias sociais. O Instagram seria um meio acessível e com muita visibilidade, toda a população ficaria ciente dos acontecidos. Outra forma de combate seria: Gatilhos que trasmitam empatia, criado por psicologos profissionais com o intuíto de sensibilizar o governo por meio de protestos, gerando empatia á eles.