Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 02/11/2020

A Constituição federal de 1988, prevê a todo cidadão o pleno acesso a educação. No Brasil, entretanto,  o preconceito de muitos pessoas, aliado à ausência de políticas públicas tem servido como um obstáculo para a inclusão dos idosos no ensino superior. Nesse sentido, convém analisar as principais causas, efeitos e possível medida relacionada ao problema.

Inicialmente, a negligência do Estado representa um motivador fundamental para o entrave. Referente à isso, a Lei da Inércia, de Isaac Newton, afirma que a tendência de um corpo é permanecer constante quando não há nenhuma ação sobre ele. Nesse contexto, é inadmissível que, em um país cuja população cada vez mais envelhece, os Órgãos Competentes  não estejam panejando formas para inserção das pessoas da terceira idade nas instituições de aprendizado superior. Tendo isso em vista, é necessário atenuar esse problema.

Além disso, a exclusão dos mais velhos das faculdades é danosa à saúde mental dessa população. De acordo com o Portal UOU, o afastamento dos idosos do âmbito social pode ocasionar depressão. Diante disso, nota-se que o ato de amover a terceira idade das instituições sociais, sobretudo universidades, faz mal à eles, uma vez que sua saúde mental é afetada pelo sentimento de inferioridade. Desse modo, diminuir essa lamentável situação é imprescindível.

Assim sendo, é preciso que o Governo (órgão  incumbido de resolver os problemas que atentem contra a integridade social) , por meio de verbas púbicas, crie faculdades que atendem as necessidades para uma efetiva aprendizagem dos idosos, na finalidade dessas pessoas terem acesso ao ensino superior. Assim, poder-se-á perceber o cumprimento de algumas  leis da Constituição Federal na sociedade.