Desafios para a inclusão do idoso no ensino superior

Enviada em 19/09/2020

De acordo com o Primeiro Artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos nascem iguais em dignidade e em direitos. A partir desse ponto, é claro que a sociedade por completo possui garantias legais de estar no ensino superior. Entretanto, a terceira idade sofre preconceito ao entrar na universidade, além de serem considerados “inúteis” por muitos no meio acadêmico e profissional.

Mormente, os idosos são vítimas de prejulgamentos por parte de professores e colegas de faculdade. Para Nelson Mandela, a liberdade ou é total, ou não existe, tal ótica é correta, porém o rejeitamento sofrido pelos alunos na melhor idade do terceiro grau, é desestimulante para eles e gera perda de força intelectual de um país.

Além disso, muitos possuem a visão de que quem está na velhice não serve para nada. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil em 2060 terá 26% da população acima dos sessenta anos, com isso esses que poderiam nessa idade entrar no Ensino Superior. Mas são vistos como inférteis pela comunidade educacional, assim como os empregadores.

Portanto, é dever do Ministério dos Direitos Humanos fazerem campanhas contra o preconceito sofrido pelos idosos nas universidades, além de incentivar a entrada desses no ensino superior, através do investimento em politicas públicas amplamentes divulgadas pela difusora de informações, a mídia. Com o intuito de aumentar a presença dos mais velhos nas instituições de terceiro grau, e ao fazer isso ganhar poder intelectual na sociedade.