Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 16/12/2020

Na mitologia grega Sísifo foi codenado a rolar uma pedra morro acima eternamente. No momento em que chegava perto do topo suas forças acabavam e, assim, retorvana a base para subir novamente. Esse trabalho inútil se assemelha a problemática associada à biotecnologia e a ética. Nesse cenário, a concilição entre essas duas esferas está meterializada na pedra de Sísifo, demonstrando a existência de desafios que permeiam a faceta ambiental bem como a pauta da religião e ciência.

A princípio, nota-se que o caráter ambíguo da engenharia genética no setor agrícola expõe as dificuldades de alinhar o saber científico à bioética. Ao longo do século XX, o mundo presenciou a Revolução Verde que contribuiu para o avanço social, por meio de inúmeras descobertas como a transgênia. Nessa perspectiva, a seleção genética de espécies frutíferas e de grãos permitiu a dinamização do comércio agrícola, soretudo, em países exportadores como o Brasil. Entretanto, esse progresso  favoreceu a degradação ambiental, em que biomas como o Cerrado brasileiro ganharam o título de “hotspot” - focos de degradação - segundo Organização das Nações Unidas(ONU) . Tal condição vai de encontro a “Ética da responsabilidade” conceituda pelo sociólogo Hans Jonas. Isso ocorre, pois segundo o pensador a inovação deve ser paralela a preservação ambiental com o feito de garantir a sobrevivência de futuras gerações. Dessa forma, é explícito a necessidade de amplos debates sobre os valores éticos no meio científico a fim de evitar maiores danos na natureza.

Ademais, garantir o equílibro dos valores bioéticos é desafiador diante da faceta problemática  entre a religião e os avanços biotecnológicos. Essa dinâmica, se estabelece no uso de células-troncos no progresso da medicina. A despeito de ser éticamente viável ao garantir a beneficiência social, o uso do aborto para obetenção de material celular causa resistência da notória parcela populacional. Posto isso, é notório que sociedades lidam com a ciência de maneiras singulares tal como observado no precoce estudos médicos em países islmâicos em comparação com as nações cristãs da Europa. Nesse contexto, o desenvolvimento biotécnológico deve estar em equilibrio a pluralidade existente nas socieddes. Tal situação, segundo Frietz Jahn, se dá através da introdução do conhecimento bioético ao ancançe popular, no intuito de garantir a contribuição da pluralidade existência dos dilemas científicos.

Portanto, a fim de que possa harmonizar a relação entre a bio