Desafios para a conciliação da Biotecnologia e a Ética

Enviada em 21/12/2020

Clonagem, reprodução artificial, criação de alimentos transgênicos, utilização células tronco para regeneração de membros. Tudo isso é possível por causa de anos de estudo e de investimento em pesquisas em biotecnologia. Porém muitos são contra essas práticas devido aos testes que precisam ser realizados em humanos, além dos danos causados à saúde por causa do consumo dos alimentos transgênicos.

Alimentos transgênicos estão ficando cada vez mais populares no dia a dia da população, o maior benefício é que a resistência é aumentada, permitindo menores perdas da plantação, garantindo uma maior produtividade. Porém devido a ser uma prática recente não se sabe os efeitos colaterais de seu consumo. Uma prática muito criticada é a da soja transgênica, já que ela foi alterada para ser mais resistente ao agrotóxico Glifosato que aumenta o risco de câncer e desregula o sistema endócrino.       Outra prática que possui sua ética criticada é o teste em humanos e animais, já que algo pode dar errado e causar danos à cobaia, podendo levar à morte. Mesmo sendo perigosas, elas são necessárias, já que não tem como saber se na prática algo funciona se não for testado. Com a biotecnologia está sendo possível clonar animais, para  poder obter células-tronco, capazes de reconstruir partes de órgãos que foram danificados, além de poder retornar parte da sensibilidade de paraplégicos e tetraplégicos, o que seria impossível sem os testes.

Para poder alinhar a biotecnologia com a ética, governos juntos de instituições médicas devem criar legislações, que defendem condições seguras para os testes, para que experimentos em humanos sejam mais seguros, diminuindo as casualidades sem afetar os resultados da pesquisa. Além de regular alimentos transgênicos e agrotóxicos, para que não causem danos ao ser humano.