Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 20/06/2021

É fato que á 100 anos atrás, o Brasil vivia uma pandemia pela Gripe Espanhola, resultando em mais de 35 mil mortes, com um cenário desse, os personagens da administração pública tiveram que tomar providências com os recursos da época. Atualmente o país não está livre de novas epidemias, tanto que está lindando com a dengue desde 1981, e ainda se depara com diversas óbices que dificulta o seu controle, já que o Estado não é o único responsável pelo combate á doença, além das campanhas sanitárias serem eficazes apenas momentâneamente.                                                                                  De início, é notório destacar que existe uma preocupação do país voltada ao vírus da dengue, como por exemplo as campanhas sanitárias ,criadas no intuito de minimizar a situação informando a população, porém esse cuidado é apenas no momento de surto, fora desse período as campanhas são cessadas, e os cuidados nescessários são esquecidos, com isso o mosquito da dengue se reproduz com mais facilidade, criando um novo surto muitas vezes pior que o anterior, e assim gerando um ciclo sem fim.              Ademais, cabe ressaltar que os cidadãos são os principais responsáveis pela propagação do vírus, já que o individualismo e a falta de compromisso com a ação preventiva, se sobrepõe ao bem-estar coletivo, com essa falta de cuidado, as chegadas das chuvas são sempre preocupantes, pois provavelmente aparecerão novos focos de mosquitos, diante da possibilidade de antigos reservatórios de água encherem novamente, reativando o ciclo do mosquito.                                                                                             Em virtude dos fatos mencionados, é nescessário que o Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação e o Ministério da  Comunicação, elaborem campanhas a longo prazo, mesmo que no momento não esteja ocorrendo um surto. Deverão apresentar o tema na mídia, em programas, jornais, e também incentivar as precauções em redes sociais, além de criarem palestras nas escolas, para que os cidadãos sempre se lembrem do risco que correrão se não tiverem os cuidados nescessários em suas casas.