Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 02/07/2020

Durante a baixa idade média, a peste negra foi um marco na sociedade europeia, esta por muitas vezes demonstrou uma precária condição de saneamento básico, resultando na propagação dessa doença que conforme historiadores teria matado em média um terço da Europa. Na modernidade, o Brasil tem sido um polo de surgimento de anomias  devido principalmente ao panorama da saúde, que muitas vezes é originado de uma negligência governamental em conjunto com uma desinformação popular a respeito das enfermidades e formas de prevenção.

Primordialmente, é perceptível que o Brasil demonstra uma certa irregularidade quanto ao tratamento clínico, apesar do Órgão da saúde ser plenamente público,condizente com as cláusulas pétreas, é veracidade que a disposição não é igualitária. Há regiões mais beneficiadas por esse direito, a título de exemplo: as favelas, localidade que apresenta grande aglomeração contudo carece de ferramentas do governo, resultando em um maior risco de epidemia por ser mais suscetivo a doenças.

Considerando isso, é essencial também uma participação popular em disposição para conter a propagação de enfermidades. Para o filósofo Rousseau, a sociedade é um vínculo de indivíduos que partilham de um mesmo ideal e objetivo, podemos utilizar das ideias desse pensador como uma forma de ação social das comunidades, visando uma melhora do acesso a saúde com iniciativas privadas e reduzindo o risco de epidemias. Todavia essa condição precisa ser motivada e incentivada.

Finalmente, um maior investimento em setores de atendimento básico é uma extrema necessidade a nossa sociedade. Por uma forma de viabilizar um contato geral das camadas maiores com um sistema de saúde. Além disso, uma ação de emissoras que incentivem e ensinem por meio de propagandas didáticas formas da própria população prevenir os  riscos,  esta seria um meio de vincular as pessoas a uma causa conjunta para desta forma coibir atendimentos populares que seriam um reforço para regiões que são negligenciadas pelo governo.