Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 12/07/2020
No limiar do século XXI, o investimento em educação é de suma importância para minimizar as doenças epidêmicas,no território brasileiro. Em decorrência disso, o incentivo educacional, desde a infância, realizada por um contingente da população e a aplicação de capital público para a realização de estudos, no aspecto patológico, em universidades e em instituições apresentam benefícios à sociedade. Todavia, a negligência do ensino público e a inadvertência governamental, com os graves indícios de corrupção, ocasionam consequências deletérias à população. Logo, com o escopo de mitigar tais infortúnios, medidas sociais e estatais são fulcrais.
Efetivamente, o incentivo educacional gera bastantes vantagens futuras para os indivíduos, uma vez que a educação pode ajudar a reduzir o número de casos de pessoas doente, visto que a omissão de práticas preventivas podem ser maléficas para a população. Nessa perspectiva, o economista norte-americano Theodore Schultz, com a teoria do Capital Humano, relata que o investimento que na própria educação ocasiona benefícios, haja vista que o ensino ajuda, indiretamente, nos aspectos da saúde pública, por exemplo, não negligenciando a quarentena da Covid-19 e não deixando água parada para impedir a proliferação do mosquito da dengue. Contudo, o pouco investimento na área educacional ocasiona entraves para a sociedade, a qual, majoritariamente, tem precárias condições financeiras e, consequentemente, sendo prejudicada.
Ademais, o investimento em áreas de pesquisa relacionada a saúde é muito importante, como nas universidades públicas e na instituições, como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Nesse contexto, os investimentos nesse aspecto ocasiona vários serviços para ajudarem as pessoas, uma vez que inúmeras pesquisas são feitas com intuitos para desenvolver ainda mais o país e, principalmente, beneficiar à sociedade. Entretanto, a corrupção em determinados países acarretam malefícios para a nação, visto que o dinheiro que iria para a saúde pública, por exemplo, está beneficiando a vida privada dos políticos envolvidos. A título de ilustração, o ex-Secretário de Saúde do Rio de Janeiro foi preso por ser acusado de participar de lavagens de dinheiro na pandemia do Coronavírus.
Destarte, a família, como instituição formadora de opinião, deve, desde a infância, por intermédio de conversas, ensinar como se vive em determinadas ocasiões, mostrando situações que o indivíduo deve fazer para propiciar uma saúde de qualidade, como a quarentena feita por causa do Covid-19, mesmo com poucas condições financeiras, com o fito de minimizar malefícios. Outrossim, o Governo deve, por meio da Polícia Federal, criar operações para prenderem políticos que estão praticando corrupção, principalmente, na área da saúde, a fim de diminuir tais delitos.