Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 13/05/2020
Com o advento da colonização brasileira, realizada em meados do século XVI, muitas enfermidades foram trazidas pelos colonos e escravos africanos que, efetivamente, provocaram epidemias no país. Esse cenário epidêmico, infelizmente, ainda é uma realidade, visto que, o país já enfrentou epidemias como: gripe suína, gripe espanhola, dengue, entre outa. Observa-se, que o sistema de saúde no Brasil é bastante precário, gerando desafios no controle de doenças, ema vez que, os hospitais encontram-se em péssimas condições e a falta de saneamento básico também contribui para futuras epidemias. Primeiramente vale ressaltar que, o Estado facilita a entrada de estrangeiros, assim como na colonização, sem qualquer exigência de vacinas, podendo trazer doenças infectocontagiosas. Consequentemente, essa má administração do governo, também acontece nos hospitais públicos, na série Som Pressão, produzida pela rede Globo, mostra a luta dos médicos em salvar vidas com poucos recursos das enfermarias. Dessa maneira, percebe-se que, aparelhos quebrados, falta de medicamentos, profissionais despreparados é presente no dia à dia, de acordo com o G1, 70% da sociedade brasileira não tem plano de saúde particular, tento que usufruir do precário sistema oferecido pelo governo, SUS (Sistema Único de Saúde).
Em segunda análise, percebe-se que o tratamento de esgoto nas diferentes regiões do Brasil facilita a contaminação, por exemplo, da água e dos alimentos, acarreta uma ampla disseminação de doenças. Além disso, na Lei n.º 11 445/ 2007, garante que o saneamento é um direito assegurado pela Constituição de 1988, na prática, é bem diferente, dado que, 53% de indivíduos não possuem saneamento básico, conforme o Instituto Trata Brasil. Destarte, atesta ao governo a necessidade de maiores investimentos nas limpezas das ruas, no descarte adequado do lixo e no tratamento de água, com o intuito de evitar o que aconteceu em 1918, com a gripe espanhola, que se propagou, principalmente, pela falta de prevenção na saúde pública.
Portanto, é essencial que todos entendam, que prevenir é a melhor opção caso aconteça uma epidemia ou pandemia no Brasil. Nesse âmbito, cabe aos Governos Municipais, em parceria com o Ministério da Saúde, criarem campanhas para ajudar os hospitais e construir mais redes de esgoto, através das redes sociais e nas escolas, também é necessário investir na educação, com a finalidade de termos profissionais prontos e qualificados para lidar com doenças que espalham-se rapidamente. Dessa forma, podemos nos tornar um país mais justo e igual, onde todos possuiriam acesso a uma qualidade de vida que foi prometida na Constituição de 1988, e assim, as dificuldades na saúde pública em lidar com epidemias poderá ser amenizada.