Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 21/04/2020
Nos últimos anos, a nação brasileira tem vivido um estado de calamidade pública. Transmitidas pelo Aedes aegypti, diversas doenças tem atormentado a população de nosso país, em especial as mulheres grávidas. De fato, muito mais do que apenas causar febre, cansaço ou mal estar, o mosquito está diretamente ligado ao enorme número de recém nascidos com microcefalia. Tudo isso, para além das questões médicas e biológicas, tem levantado grandes problemas sociais e políticas como a ineficiência do Brasil, depois de tantos anos nessa luta.
Na fonte, Ministério da Saúde, o período do verão é o mais propício para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, por conta das chuvas, e consequentemente é o maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para previnir focos em qualquer época do ano.
Certamente, por conta de tantos casos que vem ocorrendo nos últimos anos no Brasil, o brasileiro não vem tendo um certo cuidado com isso, ou até mesmo não se importando, deixando pneus cheios d’água, deixando resto de água em vasilhas, ou seja, deixando água parada em qualquer tipo de objetos ou lugares, ajudando ainda mais a proliferação do mosquito, e causando mais e mais doenças no país.
Dessa forma, percebemos que o brasileiro não tem um conhecimento ou uma importância que é necessária para combater a microcefalia no Brasil. Para combatermos essa doença, o brasileiro precisa procurar saber mais sobre o caso, ou programas no qual ajudam as pessoas a se importar e ter um pouco mais de sabedoria sobre isso, ajudando ainda mais, o enfraquecimento da doença.