Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 19/04/2020
O início do século XX foi marcado pela Revolta da Vacina, movimento que ia contra a vacinação obrigatória no Rio de Janeiro. Evidentemente, as epidemias chegaram ao Brasil juntamente com os europeus, e acabaram matando índios e portugueses.
No entanto, na atualidade, a ciência e as pesquisas se responsabilizam por cuidar da vitalidade e ter a vacina como forma de prevenção. Embora, ainda não seja aceita por algumas pessoas, como na década de 1920, a vacinação é uma forma de manter a manutenção da saúde no Brasil. De fato, o saneamento básico também é visto como grande importância quando o assunto é epidemias, visto que em alguns locais do país o acesso é precário. Conforme o Instituto Trata Brasil, 48% dos indivíduos do território não possuem coleta de esgoto.
Nota-se também que a pobreza de saneamento contribuiu para a epidemia da varíola, que no período da colonização levou ao óbito índios e portugueses. Portanto, a falta de consciência em algumas pessoas, no ato de deixar água parada, também faz com que outros tipos de pestes, como dengue e zika, circulem pelo país. Segundo o Ministério da Saúde, no começo do ano de 2020 teve 30.763 casos de dengue, sendo o Centro-Oeste a região mais afetada.
Por fim, cabe ao Governo Federal investir no saneamento básico para evitar a transmissão das enfermidades. Além disso, as escolas também podem debater com seus alunos sobre a colonização e as doenças da época, dando conselhos sobre como evitar a proliferação de tal surto no período atual. Ademais, a sociedade poderá mudar hábitos, como evitar deixar água parada, limpar calhas para que a água não se acumule, manter as lixeiras longe do alcance da chuva, entre outros. Ou seja, evitar o desenvolvimento de larvas dos mosquitos apresentados.