Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?
Enviada em 21/04/2020
Durante a história, a imprudência humana alavancou inúmeros surtos epidêmicos. Até outubro de 2019, 18.282, de acordo com pesquisas do ministério de saúde, foram os casos suspeitos do vírus Zika, e deixou lições importantes, que até hoje servem de referência.
A epidemia do vírus, foi identificada em 1947, inicialmente em macacos, e depois em 2015, em recém-nascidos através da microcefalia com a dimensão da cabeça menor do que o comum, após esse ocorrido, esse fenômeno passou a ser reconhecido pelo nome de “síndrome congênita do zika”, essa síndrome é um conjunto de malformações e problemas apresentados por bebês que durante as sua gestação, suas mães foram infectadas pelo mosquito, a síndrome, além de afetar o sistema nervoso, prejudica o desenvolvimento psicomotor, e apresenta deficiências visuais e auditivas.
O vírus da zika foi constatado pela primeira vez no Nordeste do Brasil, onde também, foi o lugar com mais concentração do vírus, chegando a 1.037 infecções confirmadas, “com mais de 85% dos casos confirmados de malformações devido ao zika ocorreram em recém-nascidos ou crianças. Os outros, quase 15% eram fetos, natimortos, ou geraram abortos, óbitos neonatais e infantis” relata o Ministério de saúde.
É evidente que, tanto o vírus, quanto a síndrome, são altamente prejudiciais para a população brasileira, e é alarmante o quanto as pessoas ainda não se preocupam o bastante, infelizmente, da mesma forma como doenças semelhantes, como a dengue e a chikungunya, não existe nenhuma vacina, nem cura e tratamentos específicos que possam resolver o caso do Zika Vírus, mas a melhor forma para combater é evitar ao máximo a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Evitando com que garrafas, latas, pneus ou qualquer tipo e objeto que possa acumular água, acumule, contribui para que o mosquito não tenha onde posicionar seus ovos, além de usar as redes sociais, que é um ótimo modo para que as pessoas se conscientizem e o mosquito não prolifere.