Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 21/04/2020

Pode-se afirmar que, a revolta da vacina, em 1904, teve como protagonista uma população desinformada que se recusa a tomar vacinas oferecidas pelo governo que preveniam e curavam a epidemia que se alastrava pelo território brasileiro. Hoje, apesar do desenvolvimento da medicina, continua sendo difícil com os transtornos das doenças, por contada saúde pública brasileira que não é capacitada para agrande demanda, faz do Brasil um berço de epidemias.

Nota-se que a criação do Sistema Único de Saúde desencadeou expectativas,como o fim das epidemias, e decepções diante de um sistema falho e precário. Convém lembrar que, para muitos é a única opção, os dependentes do SUS encontram hospitais desestruturados e filas sobrecarregadas ao mesmo tempo que a propagação de doenças só tende a aumentar.

Coincidentemente com a irresponsabilidade do governo, está a falta de informação à população e descaso dos mesmos diante de prevenções que, na maioria das vezes são simples e significativas no combate de epidemias. A falta de conhecimento sobre as doenças faz com que as pessoas não conheçam seus riscos e muitas vezes só procuram atendimento médico quando os sintomas são extremos, contudo, estimulando possíveis variações da doença e um surto da mesma.

Levando em consideração as situações mencionadas, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Desse forma, o Ministério da Saúde, junto às mídias de grande repercussão, tem como dever alertar, através de campanhas publicitárias, a importância dos cuidados com a saúde e prevenções. Portanto, torna-se importante a criação de mais postos de atendimento ao SUS, para que diminua as filas e haja atendimento adequado à mais pessoas.