Desafios na saúde pública: como lidar com epidemias no Brasil?

Enviada em 21/04/2020

No século XVIII(18), a Inglaterra sofreu com o êxodo rural, uma grande demanda populacional, que alojaram-se nos centros industrias. Porém essas cidades, não tinham estruturas, para receber essa multidão. Tal como, ocorre nos hospitais e postos de saúde públicos, havendo a demora no atendimento e a escassez de funcioários, em momentos de epidemias em nosso país.

Pesquisa feita pelo site de notícias, G1, mostra-nos que 45% dos pacientes, disseram que estavam na fila de espera do Sistema Único de Saúde (SUS), havia mais de seis meses, e 29% das pessoas estavam na fila do SUS por doze meses, aguardando por uma consulta, ou exame. Dados como este apresentam para nós, que a saúde pública, muitas vezes, não pode lidar com a pouca demanda por atendimento. Entretanto, quando ocorre uma epidemia, haverá uma procura maior por, vacinas contra o vírus, consultas e atendimentos com especialistas da área desejada; resultando em uma demora no atendimento e podendo haver graves cosequências para os pacientes.

A escassez de funcionários na saúde pública, tem como um de seus fatores a má distribuição dos mesmos, e ocorre a falta de comparecimento dos canditados, quando em postos e hospitais públicos estão com vagas abertas para empregar novos funcionários. O atendimento precário dos poucos funcionários que lá estão dá-se devido a falta de organização na saúde pública.

Consequentemente, deveria-se haver uma ficha nos postos e hospitais para saber como foi o atendimento, podendo ser feito virtualmente, ou no local. Logo, se houver intensas respostas negativas sobre o atendimento, fiscais terão que ir ao local, e deverá comunicar ao Ministério da Saúde, o qual analizará e irá promover a melhoria do local.